Tia Wanessa

Neste espaço vamos trocar idéias, opiniões, comentários a respeito da educação de nossos filhos. A cada semana estarei lançando um tema-texto, e nós vamos conversar sobre, afinal de contas, o diálogo é o melhor meio de comunicação já inventado, pena que é pouco utilizado. Podemos postar textos, lins de reportagens e textos que achemos interessante. Espero que esta seja uma experiência enriquecedora para todos nós! MIL Beijocas...

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Mãe é mãe ?????

Mãe é uma figura única na vida das pessoas... Única por ser especial, insubstituível....


Recebi este texto por e-mail e gostei...
É longo, mas vale a pena fazer a leitura!

Feliz Dia das Mães!

Obrigada por existirem! Afinal, sem vocês, não existiriam meus pequenos tesouros...

Beijocas

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MÃE É MÃE: mentira - Martha Medeiros

Vamos esclarecer alguns pontos sobre mães,ok?

Desconstruir alguns mitos.

Não, não precisa se preocupar.

Não é nada ofensivo, eu também sou mãe...e avó!

Vamos lá:

MÃE É MÃE: mentira !!!

Mãe foi mãe, mas já faz um tempão!

Agora mãe é um monte de coisas:

é atleta, atriz, é superstar.

Mãe agora é pediatra, psicóloga, motorista.

Também é cozinheira e lavadeira.

Pode ser política, até ditadora, não tem outro jeito.

Mãe às vezes também é pai.

Sustenta a casa, toma conta de tudo, está jogando um bolão.

Mãe pode ser irmã: empresta roupa, vai a shows de rock

e pra desespero de algumas filhas, entra na briga por um namorado.

Mãe é avó (oba, esse é o meu departamento!):

moderníssima, antenadíssima, não fica mais em cadeira de balanço,

se quiser também namora, trabalha, adora dançar.

Mãe pode ser destaque de escola de samba, guarda de trânsito, campeã de aeróbica, mergulhadora.

Só não é santa, a não ser que você acredite em milagres.

Mãe já foi mãe, agora é mãe também."

(trecho)

domingo, 7 de março de 2010

Mães Más...

MÃES MÁS

Dr. Carlos Hecktheuer, Médico Psiquiatra

"Um dia quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes:
Eu os amei o suficiente para ter perguntado onde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono:
- "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto a vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração. Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também! E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:
Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...
As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos, torradas.
As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas
Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails).
Era quase uma prisão! Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil". Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalhos que achávamos cruéis.
Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata! Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa ( só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência:
Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA!"
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como minha mãe foi.

EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE:
NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!

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Recebi o texto por e-mail...
Não sei se a autoria está correta. Qualquer informação, deixe um comentário.

Beijocas

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Ainda bem que eu sou má!

Boa semana!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Como ensinar o filho a obedecer

por Teresa Artola González

As chaves para prevenir a maior parte das dificuldades que podem surgir com os filhos poderiam resumir-se nestas:

  • Estabelecer algumas normas.
  • Motivar e reforçar positivamente o cumprimento das normas.
  • Marcar as conseqüências que derivam de seu não cumprimento.
  • Exercer bem a autoridade.

Estabelecer algumas normas.

Desta forma, a criança conhece o que se espera dela e sabe como deve comportar-se. A aplicação coerente de boas normas promove a ordem e a disciplina na família.

NORMAS EFETIVAS CONTRIBUEM PARA QUE SEU FILHO SE SINTA SEGURO

As normas a estabelecer dependerão de cada família. Antes de estabelecê-las convém que você observe detalhadamente a seu filho. Deve examinar seu comportamento fixando-se, não apenas naquilo que faz mal e gostaria de mudar, mas também naquelas coisas que ele faz bem. Isso pode lhe dar pistas para desenvolver nele o bom comportamento que deseja conseguir.

Na hora de ESTABELECER ALGUMAS NORMAS é importante que o pai e a mãe se sintam juntos e dediquem um tempo a colocar-se de acordo sobre tais normas. Ao fazê-lo deverão ter em conta uma série de recomendações:

As normas devem ser POUCAS: o mandar muito e mandar fazer coisas desnecessárias acaba sendo uma perda de autoridade.

As ordens devem dar-se DE UMA EM UMA e suficientemente ESPAÇADAS NO TEMPO. Se você dá a seu filho uma série de ordens em cadeia, o mais provável é que a criança "passe" e faça como se não tivesse ouvido.

SER SÓBRIOS NO EXERCÍCIO DA AUTORIDADE

Portanto há que limitar a exigência a poucas coisas. O filho deve saber que, nestas coisas, seus pais vão perseverar na exigência. Devemos reservar nossa autoridade para questões mais importantes e nas outras questões apenas sugerir.

As normas e ordens devem ser, além disso, CLARAS e ESPECÍFICAS de forma que a criança saiba exatamente o que se espera dela. Devem descrever-se de forma precisa para que tanto a criança como seus pais possam determinar claramente se cumprem ou não.

EXPLICAR-LHES BEM O QUE LHES PEDIMOS ANTES DE EXIGÍ-LO.

Se quando você sai de casa diz a seus filhos que, ao voltar, espera encontrar tudo arrumado, você não está lhe dando ordens claras. Se, pelo contrário, diz a João que deve fazer a cama, a Maria que deve arrumar a cozinha, e a Pedro que deve tirar o lixo antes das 12h é mais provável que cumpram.

Além disso, convém estabelecer um LIMITE DE TEMPO para seu cumprimento, já que, quando não se coloca, são freqüentes as discussões sobre quando se fará a tarefa ou se cumprirá a norma.

Se, por exemplo, decide que seus filhos deverão fazer as camas aos sábados e domingos e estabelece uma hora limite para que cumpram esta tarefa, evitará muitos aborrecimentos.

As ordens e as normas devem ser RAZOÁVEIS e adequadas à idade de seu filho: isto é, deve-se assegurar de que seu filho dispõe dos recursos necessários para cumpri-la e do tempo necessário para fazê-lo.

EXIGIR NO QUE É RAZOÁVEL E JUSTO

As ordens e normas devem ser RAZOÁVEIS. Para que a obediência se converta em uma virtude, os pais devem explicar aos filhos as razões pelas quais lhes pedem algo. A partir dos quatro anos, você deve insistir, portanto, em explicar-lhe o porquê do que lhe pede.

Convém, também, que lhe fale sobre o que significa "obedecer". Deve deixar claro que todas as pessoas, independentemente de nossa idade, têm que obedecer: obedecemos no trabalho, na rua, dirigindo, etc. Obedecer não é coisa de criança e ele não é uma exceção. Devemos obedecer porque é bom para nós, nos ajuda a viver em sociedade, a ser mais livres e mais felizes.

É melhor exigir POSITIVAMENTE: Muitos pais dizem continuamente a seus filhos o que não devem fazer, mas não lhes dão dicas precisas sobre o que esperam deles. Não é o mesmo dizer a seu filho "Não perca tempo depois da aula" que "quando acabar a aula quer que venha direto para a casa". Se você utilizar palavras positivas estará ajudando seu filho a pensar e atuar positivamente. Assim saberá o que tem que fazer e não apenas o que deve fazer.

AS PALAVRAS POSITIVAS PRODUZEM CRIANÇAS COMPETENTES

Deveremos procurar exigir NO MOMENTO OPORTUNO. Não resultará muito eficaz se você pede a seu filho que vá tomar banho na hora que está vendo seu programa favorito, ou que tire o lixo quando está fazendo seus deveres. Comece exigindo-lhe naquelas coisas que sejam mais gratificantes para segui-la passar a insistir nas quais mais lhe custam.

REFORCE POSITIVAMENTE SEU FILHO QUANDO CUMPRE AS NORMAS

De fato, muitas crianças não aprendem a obedecer porque NÃO LHES MOTIVAMOS para que obedeçam. Freqüentemente, os pais esquecem de reforçar quando se portam bem. Consideramos que portar-se bem é seu dever e que, portanto, não devemos reforçar tais comportamentos. Isto constitui um grave erro. Não devemos esquecer que, de acordo com as leis da aprendizagem:

SE REFORÇARMOS UMA CONDUTA O FILHO A MANTERÁ, SE A IGNORARMOS O FILHO A EXTINGUIRÁ

Portanto, você deve procurar surpreender seu filho fazendo bem as coisas e elogiando-o. Quando você lhe pede algo e ele o faz logo ao primeiro pedido, dê-lhe um abraço e diga-lhe que está contente. É a melhor maneira de fazer com que ele o repita.

Deve existir alguma CONSEQÜÊNCIA prevista caso não ocorra o cumprimento de uma norma e deve-se utilizar sanções que representem coisas importantes para a criança.

OS CASTIGOS PREVISTOS DEVEM SER TAMBÉM RAZOÁVEIS

As conseqüências do não cumprimento das normas devem ser consistentes: Em várias ocasiões, os pais não somos coerentes e, quando a criança faz algo, atuamos de forma contraditória. Por exemplo, se quando seu filho diz palavrões, algumas vezes você ri achando graça e em outras lhe castiga severamente, a criança não saberá diferenciar as situações e será difícil que aprenda a comportar-se de forma que interiorize as pautas de comportamentos que seus pais pretendem ensinar-lhe. Estas situações geram, além disso, desconcerto, e insegurança. Portanto, não se deve esquecer que, para que uma criança aprenda é necessário que uma conduta tenha sempre o mesmo tipo de conseqüências.

Tenha em conta que uma aplicação coerente da regra e um castigo suave são muito mais eficazes a longo prazo que a incoerência e os castigos severos. E lembre-se que OS CASTIGOS DEVEM CUMPRIR-SE. Não ameace, portanto, com castigos que não estamos dispostos a cumprir.

Seus filhos devem compreender que, quando livremente não cumprem uma norma, são eles próprios quem ganham o castigo. Os pais simplesmente vigiam o cumprimento das regras estabelecidas e suas conseqüências.


TERESA ARTOLA GONZÁLEZ é doutora em Psicologia pela Universidade Complutense de Madri e Master em Educação Familiar pelo E.I.E.S (Educational Institute of Educational Sciences). Desenvolve um amplo trabalho de pesquisa e docente no campo da Psicologia Infantil e é professora da Escola Universitária Europea da Educação de Fomento de centros de Ensino. É autora de diversas publicações em sua maior parte dedicadas aos problemas de aprendizagem, sua avaliação e tratamento.

do livro Como resolver situações cotidianas de seus filhos de 6 a 12 anos

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Penso que é muito pertinente a todos nós que somos pais e educadores a leitura desse texto.

Grande abraço!

sexta-feira, 21 de março de 2008

Afetividade e hiperatividade


HIPERATIVIDADE


Crianças hiperativas precisam ainda mais de afeto que outras. Mas nem por isso pode-se deixar de mostrar-lhes limites, regras, combinados. Pois todos os itens fazem parte do afeto que devemos dar às crianças.

As crianças sabem que os pais as amam, por um simples motivo: elas veêm que os pais se importam com elas, percebem o quanto se preocupam quando estabelecem a hora de dormir, as regras de rotina da família.

Crianças hiperativas precisam desses estabelecidos (combinados), é necessário que eles sejam bem claros e é interessante que a criança participe do momento de elaboração.

Hiperatividade é uma dificuldade de concentrar-se em algo, é uma extrema necessidade de mover-se, manter-se agitado, é uma necessidade que foge do controle do próprio corpo. Não trata-se apenas de, simplesmente, não seguir os combinados, mas de não conseguir. A agitação é mais forte que a criança.

Normalmente, a hiperatividade é notada ou mais percebida quando no início do ensino fundamental (1º ano ou 2º ano), quando a aprendizagem escolar é sistematizada e as regras e limites são mais cobrados. Quando o ajustamento às atividades escolares torna-se comprometido, suspeita-se da hiperatividade. Contudo, somente a investigação clínica, com neuropediatra pode dar o diagnóstico e determinar o tratamento.

É preciso que esse diagnóstico seja feito o mais rápido possível**. É importante que os pais procurem um médico, tão logo seja sugerido pelo professor ou percebam um agitação intensa.
O tratamento deve ser iniciado rapidamente para que a criança não receba o estigma de "bagunceiro", "sem educação" ou qualquer outro dessa linha.

O tratamento*** pode ser acompanhado ou não de medicação, quem estabelece esse fato é o médico que deverá acompanhar de perto a criança e a família.

Outro aspecto fundamental é o acompanhamento da criança, de sua família e de seus professores, pois é preciso auxílio para que a criança possa reestruturar seu ambiente, reduzindo sua ansiedade. Uma exigência quase universal consiste em ajudar os pais a reconhecerem que a permissividade não é útil para a criança, mas que utilizando um modelo claro e previsível de recompensas e punições, baseado em terapias comportamentais, o desenvolvimento da criança pode ser melhor acompanhado.

Uma criança com esse diagnóstico, precisa muito de afeto, e não de permissividade. Não é porque foi diagnosticada como hiperativa que a criança deve ser considerada doente. Atenção!

Não é tarefa fácil, nem para os pais, nem para os professores, dar afeto com limites a crianças hipertativas, mas temos que nos esforçar mais que o máximo. Pois elas merecem e precisam sentir-se seguras perto nós.

Veja alguns sites consultados:
Opiniões divergentes... Informação para decisão...

Hiperatividade - http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?420
Efeitos colaterais da Ritalina - http://www.tdah.org.br/faq01.php#12
Anti-Ritalina - http://www.taps.org.br/Paginas/hiperartigo02.html
ABDA - http://www.tdah.org.br/index.php

**Antes de tomar qualquer decisão, ou ter sua opinião formada, procure um médico (psiquiatra, psicólogo, neuro) para maiores e melhores esclarecimentos.
Mantenha-se informado!

***Esse texto não tem a intenção de levantar bandeiras, nem de defender posições em relação aos tratamentos possíveis.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Dever de casa mal assombrado...


Dever de casa...

Defendo a idéia de que as crianças devem ter dever de casa, todos os dias, inclusive. Mas nem por isso esse dever deve ser cansativo ou repetitivo.

O dever de casa ajuda a criar na criança o senso de responsabilidade, de compromisso, de percepção de dificuldades. Além, de ser um ótimo meio de os pais também participarem efetivamente da educação sistemática que os filhos recebem na escola todos os dias.

Acredito que o dever de casa deve ser significativo e apropriado para a faixa etária, conforme os assuntos estudados em um ou mais componentes curriculares. Deveres chatos e repetitivos servem apenas para cansar uma mente que muito foi usada na escola, no inglês, no judô, no futebol, na aula de balé e outros.

Esse é um assunto delicado e complicado a ser tratado.
Todos os anos a cena se repete sempre que digo para que as crianças anotem os deveres que devem ser feitos em casa. "Ah, tia! Dever de casa não, a gente já estudou na aula!"... Sempre que ouço essa observação, questiono se devo ou não enviar tarefas, se envio, pois é necessária a prática fora da sala, sem a falação da professora, para verificar se o aluno realmente aprendeu ou, ainda, se deixo todos os deveres para serem feitos em sala. Diante a última opção me vejo obrigada a enviar tarefa, pois sei que o tempo em sala para realização de todas as tarefas de livros e caderno é inexistente. Até por isso o dever de casa é importante.

Bom, sempre há os mocinhos e os bandidos, mas bem no meio dos dois está aquele qu hora faz papel de mocinho, hora de bandido e acredito que o dever de cas esteja nesse meio termo. Oscilando de lá pra cá, dependendo do objetivo do professor ao pedir que os alunos façam uma tarefa em casa.

Cabe a cada profissional estipular os objetivos dessas tarefas, visando o bem estar do educando, para que este seja mais mecanismo de ajuda à aprendizagem e não um momento de guerras.
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Texto recebido por e-mail...

Esse texto é muito interessante e trata da importância de cuidarmos, inclusive, do que nossos filhos assitem. Devemos ver tudo com olhos críticos, pensando e analisando se queremos que os valores, idéias e ideais passados são os que queremos que nossos filhos aprendam. Leiam, vocês vão gostar!

Aprenda a dizer não a seus filhos!!!

Uma psicóloga que assistiu o filme Cazuza escreveu o seguinte texto:

'Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisa estarrecedora. As pessoas estão cultivando ídolos errados.

Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza? Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo, inadmissível.


Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado. No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta.
São esses pais que devemos ter como exemplo?

Cazuza só começou a gravar pois o pai era diretor de uma grande gravadora. Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.

Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo com o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.

Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.

Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria?

Como ensina o comercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor.
Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido.
Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem NÃO quando necessário?

Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor.

Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar. Não se preocupem em ser amigo de seus filhos. Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi a pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre.'

Karla Christine
Psicóloga Clínica

Recebi este texto em um e-mail e achei super pertinente colocá-lo aqui. Não sei se a assinatura do texto está correta, por isso peço que se você é o autor ou conhece o autor desse texto, favor me avise.

Mil beijocas...

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Olá... O ano começou de verdade!

Após uma semana de formação continuada na escola, logo veio o Carnaval. Mas agora o ano começou mesmo... Trabalho, estudo, família... Tudo de bom!

Nesta semana conheci meus alunos e já estou babando por todos. Estou em um novo turno, novas companhias, nova série (de volta às origens). Esse será "O" ano.

Mas gostaria de falar um pouco sobre um tema muito interessante, que ouvimos na Semana Pedagógica da escola: "TDAH".

Para muitos essa é uma sigla horrorosa que causa desespero em pais e professores, pois crianças com essa característica tendem a dar muito trabalho para ambos, devido a sua dificuldade em concentrar-se por muito tempo em algo ou por respeitar regras e limites. Porém, são crianças com capacidade cognitiva tão boa quanto outra, e ,às vezes, até melhor.

TDAH significa Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, seus sinais são inquietude, impaciência e falta de concentração apresentados de forma constante e intensa. Em alguns casos o uso de técnicas de estudo diferenciadas, mais dinâmicas ou chamativas funcionam muito bem, contudo, há outros em que se faz necessário o uso de medicação receitado por um neuropediatra que após exames e testes irá receitar ou não o remédio apropriado para cada caso.

É preciso estar atento aos sintomas, mas não se pode generalizar. Há crianças inquietas que apenas estão utilizando este mecanismo de defesa para chamar a atenção ou dar sinal de que algo está incomodando. Ou estão com falta de concentração porque aquele assunto não é interessante para ela. Os sintomas da TDAH são intensos e constantes, não dependem de quem é o professor, de qual é a escola, eles sempre serão demonstrados.

O TDAH, hoje, já é mais compreendido e avanços na medicina têm facilitado o forma de lidar com essa situação. É preciso, sim, tratar o TDAH, pois se mal cuidada ou deixada de lado pode levar a criança, e até mesmo adultos, a apresentar dificuldades emocionais, de relacionamento, bem como a baixo desempenho escolar.

Se está com dúvidas sobre o comportamento de seu filho ou filha, sobrinho ou sobrinha, procure a escola, converse com a orientadora escolar pois ela está preparada para orientar a familia a buscar a ajuda especilizada, a definir que tipos de trabalhos podem e serão feitos com a criança na escola, ela poderá, ainda, orientar melhor a professora de seu filho e os pais para poderem lidar melhor com toda a situação.

Não sinta-se sozinho diante uma dificuldade, conte com o apoio de familiares, amigos e, é claro, da escola de seu filho.

Um grande abraço!
Espero não demorar tanto na próxima...

Mil beijocas